segunda-feira, 12 de maio de 2014

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

... Tantas palavras eu procurei para traduzir a sensibilidade do meu sentimento neste momento, mas nenhuma das que me vieram á cabeça conseguiu alcançar a profundidade dessa tal suscetibilidade. Pouco sei de qual sentimento falo. Não se trata de um amor, nem de uma dor, aliás, muito fácil seria falar sobre eles. Não é tristeza, mas também não é alegria. É como se algo ou alguém tivesse instalado um ar-condicionado dentro de mim, mas lá dentro mesmo, não diretamente no meu coração, tampouco na minha alma. Apenas, tudo está congelado, mas eu não sinto frio. É isso! Eu não sinto. Mentira!!! Eu sinto, mas não demonstro o que sinto. Quero dizer, eu sinto, mas já faz tanto tempo que sinto que sentir já não provoca efeitos tão drásticos, embora tenha os meus rompantes vez em quando. A única coisa que consigo explicar é uma vontade enorme de estar em um lugar só meu, e, assim, me recuar de uma forma em que eu seja apenas o meu único perigo. (Maria de Fátima Gomes)

sábado, 27 de julho de 2013

Tantas coisas eu tenho para te dizer entre tantas outras que não precisam ser ditas, e mesmo assim eu continuo procurando palavras para expressa-las, talvez, por eu não saber que palavas não superam a intensidade das coisas, muito menos dos sentimentos. Perante tudo, bastava-me apresentar a minha alma para ti, mas abstratos não se veem, não se tocam. Basta-me sua crença em todas as minhas atitudes para com você. Acredita que, você toca no meu ponto fraco, mesmo não sabendo qual a forma? Pessoas que me calam ganham a minha admiração quando não me deixam rebater algo através dos meus discursos. O que você me faz sentir não permite que, ao menos, uma palavra saia da minha boca. Eu entro em ruas, saio em becos e não encontro explicações, mas te encontro no centro da minha memória construindo cada um dos meus pensamentos. Basta-me a sua percepção. (MF)

terça-feira, 14 de maio de 2013

Procurava na incerteza do sucesso, a bela banhada a ouro. Encontrei, no meio da multidão, no brilho perdido de um profundo, sedutor, inocente e bobo olhar, a certeza de uma forte pulsação que fervia em minhas veias, a profunda respiração entre cada batimento cardíaco. Estava eu levantando a hipótese de ter encontrado o amor diante de um olhar perdido nunca avistado, de um belo bobo sorriso nunca tocado, mas, muitas vezes, por mim, provocado, da conquista da mais bela moça, cujo um codinome a minha alma ter inventado, onde de meu amor a minha boca tem chamado, e no final desse pequeno sonho, os lábios da bela ter beijado.
Mar de fantasias Mediante uma quimera, pudera encontrar-me em longos traços desenhados sob o doce sorriso da alteza. Dona da suprema beleza, art nouveau da minha natureza, com sua permissão, cognominada minha princesa. Encontrei-me na doce realeza onde oculta-me a frieza Transformando-me em suavidade e extrema delicadeza. Ao passar de cada dia, converte os meus desejos em fantasias e conduz o meu respirar através do pulsar do próprio coração fazendo-me mergulhar em sua intensa alquimia colocando-me em eterna contra mão. Em sua timidez, reviro-me ao avesso. Rompo a tua pele e desvalorizo dos nossos corpos o desapego. Demonstro a relíquia que chamo de "meu apresso" legalizando tua alma, o meu endereço . "Não moro ao lado da tua casa, mas parte de mim reside em ti, assim como você habita em mim."

terça-feira, 7 de maio de 2013

Preciso me perder para encontrar traços daquilo que denomina meus dons. (m.f.)
O segredo da felicidade encontra-se na manifestação da essência do teu ser. (M.F)